CORRELAÇÃO DA MORFOLOGIA ESPERMÁTICA EM PROGRAMAS DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL CONVENCIONAL EM NOVILHAS E VACAS DA RAÇA NELORE

Autores

  • José de Oliveira Guerra Neto UNOESTE
  • Marcelo George Mungai Chacur UNOESTE
  • Francielle Alves Caldato
  • Aline Aparecida da Silva
  • Caliê Castilho UNOESTE

Palavras-chave:

Inseminação artificial convencional, touro, sêmen.

Resumo

O número de doses por prenhez dá um indício da fertilidade da vaca, do sêmen e da qualidade da técnica de inseminação. Portanto, o objetivo deste estudo foi verificar a relação entre a avaliação física e morfológica de sêmen criopreservado em Central com a quantidade de doses utilizadas por prenhez. Quatro touros da raça Nelore foram desafiados em 557 novilhas e 1 touro Red Angus em 156 vacas, ambas da raça Nelore. Para número de doses inseminantes necessárias por prenhez, houve tendência a correlação significativa com quantidade de patologias menores (0,053; P>0,05), não havendo correlação significativa entre motilidade espermática (0,433; P>0,05), vigor espermático (0,932; P>0,05), concentração (0,111; P>0,05), numero de espermatozóides viáveis (0,637; P>0,05), percentagem de patologias maiores (1; P>0,05) e percentagem de patologias totais (0,623; P>0,05). Para percentual de prenhez, não houve correlação significativa com motilidade espermática (0,218; P>0,05), vigor espermático (0,252; P>0,05), concentração espermática (1; P>0,05), número de espermatozóides viáveis (0,637; P>0,05), percentagem de patologias maiores (0,395; P>0,05), percentagem de patologias menores (0,740; P>0,05) e percentagem de patologias totais (0,872; P>0,05). Para outros parâmetros, houve correlação significativa de motilidade espermática e vigor (0,041; P<0,05), e motilidade espermática e numero de espermatozóides viáveis (0,042; P<0,05). Concluímos no presente trabalho que não houve correlação significativa entre os parâmetros avaliados no sêmen pós-descongelamento, quantidade de doses inseminantes por prenhez e percentagem de prenhez pela quantidade de doses utilizadas. Havendo apenas correlação significativa entre motilidade espermática e vigor espermático, bem como motilidade espermática e percentagem de espermatozóides viáveis.

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Biografia do Autor

  • José de Oliveira Guerra Neto, UNOESTE
    Discente Medicina veterinária
  • Marcelo George Mungai Chacur, UNOESTE
    Docente Mestrado em Ciência Animal e Medicina Veterinária
  • Caliê Castilho, UNOESTE
    Docente Mestrado em Ciência Animal e Medicina Veterinária

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Publicado

2013-03-27

Como Citar

CORRELAÇÃO DA MORFOLOGIA ESPERMÁTICA EM PROGRAMAS DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL CONVENCIONAL EM NOVILHAS E VACAS DA RAÇA NELORE. (2013). Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 8(2), 57-64. https://revistas.unoeste.br/index.php/ca/article/view/697

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