PRODUÇÃO DE MATÉRIA SECA DE MILHO EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO FOSFATADA MINERAL E ORGANOMINERAL

Autores

  • Carlos Sérgio Tiritan Unoeste
  • Diego Henriques Santos Unesp
  • Rafael Angelo Bordini Unoeste
  • José Salvador Simoneti Foloni Iapar
  • Rogério Yuzo Onishi Unoeste

Palavras-chave:

Zea mays, fósforo, biofós.

Resumo

Com o objetivo de avaliar os efeitos do fósforo na cultura do milho, comparando o adubo organomineral Biofós e o adubo mineral Superfosfato Simples, realizou-se um experimento no viveiro de mudas da Universidade do Oeste Paulista, com nove tratamentos e quatro repetições. Cada tratamento recebeu 4 g de KCl, 10 g de calcário, 4,4 g de uréia e diferentes doses de Superfosfato simples e Biofós, de acordo com o delineamento experimental. Aos 48 dias após o plantio realizou-se o corte basal para a determinação da matéria seca. Observou-se que a adubação fosfatada garantiu maior desenvolvimento da planta e maior produção de matéria seca, reafirmando a importância do fósforo para ganhos de produtividade na cultura do milho, e que o Biofós pode ser utilizado como alternativa ao adubo mineral, já que o seu rendimento foi tão eficaz quanto ao Superfosfato Simples, tanto na produção de matéria seca, quanto no desenvolvimento da planta.

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Publicado

2011-09-20

Como Citar

Tiritan, C. S., Santos, D. H., Bordini, R. A., Foloni, J. S. S., & Onishi, R. Y. (2011). PRODUÇÃO DE MATÉRIA SECA DE MILHO EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO FOSFATADA MINERAL E ORGANOMINERAL. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 6(1), 01–07. Recuperado de https://revistas.unoeste.br/index.php/ca/article/view/290

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