CARACTERIZAÇÃO FISIOLÓGICA E BIOQUÍMICA DE ARTEMISIA (Artemisia annua L.) SUBMETIDA A ESTRESSE SALINO

Autores

  • Eliane Batista Viudes UNOESTE
  • Ana Cláudia Pacheco Santos UNOESTE

Palavras-chave:

planta medicinal, cloreto de sódio, IEM, MDA

Resumo

O objetivo deste trabalho foi identificar através de análises fisiológicas e bioquímicas as alterações em plantas de artemísia sob estresse salino. O experimento foi conduzido em casa de vegetação e a imposição do estresse se deu através da irrigação com solução de NaCl (0, 100 e 200 mM) na frequência de 3 vezes por semana, durante 100 dias. O efeito do estresse foi avaliado pelas variáveis: altura, massa seca, teores foliares de Na e K, índice de estabilidade de membrana e teor de malondealdeído. O arranjo experimental foi o inteiramente casualizado, com 3 tratamentos e 15 repetições. Os dados foram submetidos à análise de variância e teste de comparação de médias. Concluiu-se que em níveis muito elevados (200 mM) o estresse salino pode ser considerado prejudicial à espécie, caracterizando um estresse severo. Na presença do NaCl as plantas diminuem a produção de biomassa e apresentam alterações fisiológicas e bioquímicas, indicadoras de oxidação das células. Assim sendo, não é aconselhável a produção desta planta medicinal em solos com salinidade muito elevada.

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Como Citar

Viudes, E. B., & Santos, A. C. P. (2014). CARACTERIZAÇÃO FISIOLÓGICA E BIOQUÍMICA DE ARTEMISIA (Artemisia annua L.) SUBMETIDA A ESTRESSE SALINO. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 10(2), 84–91. Recuperado de https://revistas.unoeste.br/index.php/ca/article/view/1140