REDUÇÃO DO USO DO XILOL NA TÉCNICA DE COLORAÇÃO HEMATOXILINA E EOSINA

Autores

  • Vânia Rodrigues da Rocha Cazari
  • Talita Rizo Pereira
  • Antônio Marcos Romera
  • Marilda da Costa Brandão
  • Carlos Zelandi Filho
  • Ana Paula Alves Favareto UNOESTE

Palavras-chave:

xilenos, histologia, patologia, hematoxilina, eosina

Resumo

O xilol é um solvente amplamente utilizado em laboratórios de anatomia patológica, durante o processamento de lâminas histológicas. No entanto, este solvente apresenta alta toxicidade e sua exposição, especialmente ocupacional, pode acarretar em diversos problemas de saúde. Assim, é extremamente importante o desenvolvimento de protocolos que reduzam o seu uso, ou substituam o xilol por outros agentes que possam ter funções semelhantes. O objetivo do presente estudo foi avaliar a qualidade estrutural e de visualização microscópica de diferentes tecidos humanos submetidos a processamento histológico, com exclusão da utilização do xilol, durante a etapa de montagem das lâminas coradas pela técnica de hematoxilina e eosina. Foram utilizados tecidos de biópsias de pele, fígado, vesícula biliar e útero, encaminhados à avaliação em um laboratório de anatomia patológica. Os tecidos foram submetidos a dois tipos de processamento histológico: controle (C, processamento de rotina) e redução de xilol (RX, ausência de xilol na montagem das lâminas). Não foi identificada nenhuma alteração qualitativa, que pudesse prejudicar a visualização celular e o diagnóstico, nas lâminas do grupo RX em relação ao grupo C. É importante ressaltar a importância deste resultado para a redução da exposição ocupacional em laboratórios de anatomia patológica, da contaminação ambiental e dos custos, principalmente para o descarte adequado do produto.

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Publicado

2014-03-24

Como Citar

Cazari, V. R. da R., Pereira, T. R., Romera, A. M., Brandão, M. da C., Zelandi Filho, C., & Favareto, A. P. A. (2014). REDUÇÃO DO USO DO XILOL NA TÉCNICA DE COLORAÇÃO HEMATOXILINA E EOSINA. Colloquium Vitae. ISSN: 1984-6436, 5(2), 135-148. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/cv/article/view/892

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