ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA E A VIGILÂNCIA EM SAÚDE PARA LEISHMANIOSE VISCERAL NA REGIÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE, SÃO PAULO, BRASIL

  • Patrícia Ferreira da Silva UNOESTE
  • Chelsea Pereira de Souza Centro Laboratório Regional - Instituto Adolfo Lutz
  • Matheus de Carvalho Moreno Universidade Estadual Paulista – UNESP
  • Lourdes Aparecida Zampieri D’ Andrea Centro Laboratório Regional - Instituto Adolfo Lutz

Resumo

A Leishmaniose Visceral (LV) possui interdependência com regiões de florestas remanescentes modificadas, e os espaços rurais tendem a armazenar vetores e reservatórios. Esse estudo objetivou dimensionar diferentes situações de risco epidemiológico conforme a classificação epidemiológica e o favorecimento da ocorrência de LV em municípios que abrigam assentamentos de reforma agrária, pertencentes à Região de Saúde de Presidente Prudente, São Paulo. As regiões de estudo foram classificadas segundo a estrutura do serviço de zoonoses e situação epidemiológica, aplicando-se análise espacial e tratamento cartográfico das informações. De 45 municípios, 19 (42,2%) abrigam um total de 121 assentamentos, enfrentando diferentes cenários. Houve estreita relação quanto à disponibilização e atuação da equipe de zoonoses e a situação da LV, especialmente nos municípios de estudo silenciosos (receptivos ou não) e em investigação. Os resultados contribuem para a vigilância em saúde, apoio a decisão em áreas prioritárias e fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Publicado
2019-03-29
Como Citar
Ferreira da Silva, P., Pereira de Souza, C., de Carvalho Moreno, M., & Aparecida Zampieri D’ Andrea, L. (2019). ASSENTAMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA E A VIGILÂNCIA EM SAÚDE PARA LEISHMANIOSE VISCERAL NA REGIÃO DE PRESIDENTE PRUDENTE, SÃO PAULO, BRASIL. Colloquium Vitae. ISSN: 1984-6436, 10(3), 13-20. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/cv/article/view/2826
Seção
Artigos Originais