AVALIAÇÃO IN VITRO DO POTENCIAL ANTIOXIDANTE DOS EXTRATOS ETANÓLICOS DAS CASCAS DE Spondias dulcis Forst F. E Spondias purpurea L.

  • João Augusto Rizzo Câmara UNOESTE
  • Caroline de Souza Araujo UNOESTE
  • Lorrane Davi Brito UNOESTE
  • Karoline S. Rodrigues UNOESTE
  • Marcos Alberto Zocoler UNOESTE
  • Leandra Ernst Kerche Silva UNOESTE
Palavras-chave: Antioxidantes, sequestro de espécies reativas, Spondias dulcis, Spondias purpurea, componentes fenólicos, flavonoides.

Resumo

Plantas com potencial terapêutico vêm sendo profundamente estudadas nos últimos anos, por serem de fácil acesso e apresentarem um baixo custo. Entre as plantas utilizadas pelo homem como fonte alimentícia e medicamentosa estão aquelas pertencentes ao gênero Spondias, e as espécies Spondias dulcis Forst. F. e Spondias purpurea L. produzem frutos comestíveis que são utilizados como medicamentos para diversas enfermidades. Embora essas plantas tenham diversas aplicações, nenhum estudo relacionando as propriedades antioxidantes da casca das mesmas está disponível atualmente. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a capacidade antioxidante dos extratos etanólicos das cascas da S. dulcis e S. purpurea, através da análise de seus efeitos de sequestro de espécies reativas em meio in vitro sem células. A avaliação foi feita através da geração das espécies reativas hidroxila (HO•), peróxido de hidrogênio (H2O2) e óxido nítrico (NO•) em meio in vitro e avaliação da porcentagem de sequestro dessas espécies pelo extrato, e através da medida da capacidade antioxidante total, pelo teste do fosfomolibdênio. A porcentagem de sequestro de espécies reativas e a capacidade antioxidante total foram comparadas com o ácido ascórbico (Vitamina C), um antioxidante muito bem conhecido. Também foram realizadas dosagens dos componentes fenólicos e flavonoides totais. Os extratos apresentaram alta capacidade de sequestro dos radicais HO• e NO•, e da espécies reativa H2O2, além de alta capacidade antioxidante total. Os extratos também apresentaram uma alta concentração de ácidos fenólicos em sua composição que explicam a alta capacidade antioxidante dos mesmos. Mais estudos estão sendo realizados para validar os efeitos terapêuticos destes extratos.

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Biografia do Autor

João Augusto Rizzo Câmara, UNOESTE
Faculdade de Artes, Ciências, Letras e Educação, Universidade do Oeste Paulista.
Caroline de Souza Araujo, UNOESTE
Faculdade de Artes, Ciências, Letras e Educação, Universidade do Oeste Paulista.
Lorrane Davi Brito, UNOESTE
Faculdade de Artes, Ciências, Letras e Educação, Universidade do Oeste Paulista.
Karoline S. Rodrigues, UNOESTE
Faculdade de farmácia, Universidade do Oeste Paulista.
Marcos Alberto Zocoler, UNOESTE
Faculdade de Farmácia, Universidade do Oeste Paulista.
Leandra Ernst Kerche Silva, UNOESTE
Faculdade de Medicina, Universidade do Oeste Paulista. Faculdade de Artes, Ciências, Letras e Educação, Universidade do Oeste Paulista.
Publicado
2020-01-17
Como Citar
Câmara, J. A. R., Araujo, C. de S., Brito, L. D., Rodrigues, K. S., Zocoler, M. A., & Kerche Silva, L. E. (2020). AVALIAÇÃO IN VITRO DO POTENCIAL ANTIOXIDANTE DOS EXTRATOS ETANÓLICOS DAS CASCAS DE Spondias dulcis Forst F. E Spondias purpurea L. Colloquium Vitae. ISSN: 1984-6436, 11(3), 1-9. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/cv/article/view/2457
Seção
Artigos Originais

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