CARACTERIZAÇÃO DA PRÁTICA DE AUTOMEDICAÇÃO COM ANALGÉSICOS PARA O TRATAMENTO DA DOR

  • Cristiane Martinez Ruiz Pegoraro UNOESTE
  • Renata Mano Scatamburlo Bifaroni Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE
  • Edson Assunção Mareco Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE
  • Thaise Ramires Tonizza Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE
  • Ludmila Ichioka Silgueiro Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE
Palavras-chave: AINES, automedicação, dores, efeitos colaterais, população.

Resumo

A automedicação é muito comum entre pessoas de todas as idades, geralmente ocorre por indicações de terceiros, por conhecimento próprio ou fácil acesso em farmácias. O objetivo do estudo foi avaliar e verificar a prevalência de automedicação para o tratamento da dor em pacientes atendidos em campanhas realizadas pela Universidade do Oeste Paulista. Aplicou-se um questionário envolvendo aspectos sócio-demográficos, uso de medicamento, a prática de automedicação e os tipos de dor. A amostra consistiu de 248 participantes, onde 203 admitiram a utilização de AINEs. Destes 203, 166 (81,7%) relataram automedicação, sendo dipirona (48,5%) e paracetamol (21,1%), os AINEs mais mencionados. A dor de cabeça foi mais prevalente, em mulheres 99 (26,8%) e homens 51 (13,8%), sendo as mulheres consideradas as que mais leem a bula dos medicamentos 70 (34,5%) e conhecem os efeitos adversos dos mesmos 49 (24,2%). Pode-se concluir que a prática da automedicação é muito frequente na população estudada.

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Biografia do Autor

Cristiane Martinez Ruiz Pegoraro, UNOESTE
Departamento de Farmacologia, área Ciências da Saúde.
Publicado
2020-02-05
Como Citar
Ruiz Pegoraro, C. M., Bifaroni, R. M. S., Mareco, E. A., Tonizza, T. R., & Silgueiro, L. I. (2020). CARACTERIZAÇÃO DA PRÁTICA DE AUTOMEDICAÇÃO COM ANALGÉSICOS PARA O TRATAMENTO DA DOR. Colloquium Vitae. ISSN: 1984-6436, 11(3), 85-91. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/cv/article/view/2437
Seção
Artigos Originais