PIELONEFRITE AGUDA EM CRIANÇAS A PARTIR DE EXAMES COMPLEMENTARES

  • Rafael de Oliveira Pena Neto Universidade do Oeste Paulista – UNOESTE
  • Adrielle Andrade Pugas Universidade do Oeste Paulista
  • Letícia Moraes Lira Universidade do Oeste Paulista
  • Kataline Souza Munhoz Universidade do Oeste Paulista
  • Julianne Barroso Lima Universidade do Oeste Paulista
  • Karina Galli Cardoso Mello Roberto Universidade do Oeste Paulista
  • Marina de Sousa Bastos Lino Universidade do Oeste Paulista
  • Isabelle Gomes Figueiredo Universidade do Oeste Paulista
  • Evelyn Patrícia Nascimento Universidade do Oeste Paulista
Palavras-chave: pielonefrite, diagnóstico, abordagem diagnóstica, pediatria, exames complementares

Resumo

Elucidar os principais exames complementares utilizados na investigação da pielonefrite aguda em crianças. Utilizou-se livros-texto e artigos indexados em bases eletrônicas, totalizando 3 livros textos disponíveis no acervo bibliográfico da UNOESTE e 19 artigos indexados nas bases eletrônicas, selecionando-se os que melhor abordavam o tema central desta. A revisão revelou que na investigação diagnóstica podem ser utilizados exames laboratoriais, sendo a análise da urina um método bastante sensível, desde que a coleta da amostra seja ideal. Dentre os exames de imagem, a cintilografia renal com DMSA é o método com maior sensibilidade e especificidade, sendo capaz de detectar as alterações funcionais provocadas pelo processo inflamatório e suas sequelas. O diagnóstico correto da ITU e a valorização da presença de fatores predisponentes favorecem o tratamento precoce da pielonefrite e seu acompanhamento evolutivo, diminuindo assim, o risco de deterioração da função renal e as complicações a ela associadas.

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Publicado
2019-06-06
Como Citar
Neto, R. de O. P., Pugas, A. A., Lira, L. M., Munhoz, K. S., Lima, J. B., Roberto, K. G. C. M., Lino, M. de S. B., Figueiredo, I. G., & Nascimento, E. P. (2019). PIELONEFRITE AGUDA EM CRIANÇAS A PARTIR DE EXAMES COMPLEMENTARES. Colloquium Vitae. ISSN: 1984-6436, 11(2), 28-36. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/cv/article/view/1748

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