TEMPO MÁXIMO DE FONAÇÃO (TMF) EM CORALISTAS E NÃO CORALISTAS

Autores

  • Debora Godoy Galdino UNOESTE
  • Amanda Souza Barros Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE

Palavras-chave:

voz, qualidade da voz, canto, avaliação da voz, distúrbios da voz

Resumo

O objetivo do estudo foi comparar o tempo máximo de fonação (TMF) de vozes coralistas e não coralistas. Participaram 40 pessoas, sendo 20 integrantes do coral do Curso de Licenciatura em Música da UNOESTE e 20 de participantes não coralistas. Os participantes são de ambos os sexos com idades compreendidas entre 18 e 40 anos. A coleta de dados consistiu da execução do TMF três vezes das vogais “a” e “i”, e das consoantes “s” e “z”. O grupo de não coralistas apresentou TMF maior do que o grupo de coralistas, na emissão dos fonemas a,i. Comparando a relação s e z entre os grupos, os coralistas apresentaram 80% de normalidade, no entanto os não coralistas foram 75%. Concluiu-se que os resultados são justificados pela maioria (65%) ser do sexo masculino no grupo não coralista, enquanto que na relação s/z a maioria foi do sexo feminino (40%) no grupo oposto.

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Biografia do Autor

Debora Godoy Galdino, UNOESTE

Fonoaudióloga Mestre e Doutoranda em Ciências (Bioengenharia) área de Fonoengenharia pela Universidade de São Paulo - USP Docente da Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE

Amanda Souza Barros, Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE

Graduação em Fonoaudiologia pela Universidade do Oeste Paulista - UNOESTE

Publicado

2018-04-03

Como Citar

Galdino, D. G., & Barros, A. S. (2018). TEMPO MÁXIMO DE FONAÇÃO (TMF) EM CORALISTAS E NÃO CORALISTAS. Colloquium Vitae. ISSN: 1984-6436, 9(3), 66-73. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/cv/article/view/1398

Edição

Seção

Artigos Originais