O TRABALHO COMO CATEGORIA ONTOLÓGICA: UMA ANÁLISE A PARTIR DA OBRA CINEMATOGRÁFICA “EU, DANIEL BLAKE”

  • Luis Henrique Zago FADAP/FAP
  • Neiva Solange Silva
  • Allan Alberto Ferreira
  • Rodrigo Lima Nunes
  • Irineu Aliprando Tuim Viotto Filho
Palavras-chave: Ontologia, Trabalho, Eu, Daniel Blake

Resumo

Este artigo tematiza o trabalho como categoria essencial no processo ontológico humano utilizando como elemento figurativo deste tema o filme “Eu, Daniel Blake”, que é analisado à luz da teoria materialista histórico dialética. Ao longo do texto abordamos a relação entre os aspectos biológicos e culturais na formação e desenvolvimento humano; o papel do trabalho como essencial no processo teleológico de construção de algo não dado de imediato pela natureza; o caráter libertador dessa atividade que ao contrário dos animais, presas da necessidade, nos potencializa a evoluir para além do imediato; as condições do trabalho alienado como ameaça produzida a essa liberdade e os impactos dessa forma de expropriação à subjetividade. Discutimos a atual precarização das condições de vida das classes que vivem do trabalho.  O estranhamento enquanto elemento causador de conflito e o sofrimento. O filme “Eu Daniel Blake” demonstra de modo artístico a situação de conflito e sofrimento vivido por muitos trabalhadores na atualidade.

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Publicado
2020-01-08
Como Citar
Zago, L. H., Silva, N. S., Ferreira, A. A., Nunes, R. L., & Viotto Filho, I. A. T. (2020). O TRABALHO COMO CATEGORIA ONTOLÓGICA: UMA ANÁLISE A PARTIR DA OBRA CINEMATOGRÁFICA “EU, DANIEL BLAKE”. Colloquium Humanarum. ISSN: 1809-8207, 16(4), 137-148. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/ch/article/view/3221