USO DE URÉIA E IONÓFOROS NA SUPLEMENTAÇÃO DE BEZERROS DESMAMADOS

Autores

  • Pedro Silva de Oliveira Unoeste
  • Elton Hideo Tomonaga Acadêmico Unoeste
  • Ana Cláudia Ambiel Unoeste
  • Angela Cristina Dias Ferreira Unoeste

Resumo

A nutrição, induvidavelmente, é o parâmetro de manejo que mais altera a idade ao abate de bovinos sendo assim, em nossas condições climáticas de seca e a estacionalidade de produção de forrageira, limita a disponibilidade de nutrientes, exigindo suplementação alimentar. Uma estratégia de suplementação adequada seria aquela destinada a melhorar o uso da forragem, maximizando o consumo e a digestibilidade da forragem disponível. Os ionóforos mais utilizados para ruminantes são a monensina sódica produzido pela cepa de bactéria (Streptomyces cinnamonensis) nome comercial Rumensin Elanco e a lasalocida sódica produzida pela cepa de bactéria (Streptomyces lasaliensis) nome comercial Taurotec. O objetivo deste trabalho foi avaliar o uso de ionóforos (lasalocida e monensina) e a uréia, na suplementação protéica de bezerros Nelores, machos e fêmeas na fase de recria durante o período seco. O ensaio foi conduzido na Fazenda Sol Nascente, localizado no município e comarca de Caarapó (MS). Adotou-se o delineamento inteiramente casualizado (DIC), com os tratamentos arranjados em um esquema fatorial 2 x 4, sexo, e quatro tipos de aditivos na suplementação protéica (sem aditivo, uréia, lasalocida e monensina), totalizando 8 tratamentos com 12 repetições. Analisando-se os ganhos médios diários no período total do ensaio não foram observadas diferenças estatísticas entre os animais suplementados com os aditivos (P> 0,05), indistintamente do sexo e considerando-se o aspecto de custo, o tratamento proteinado mais uréia mostrou-se o mais viável. Palavras-Chave: Uréia; Ionóforos; Suplementação; Bezerros

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Publicado

2006-12-07

Como Citar

Silva de Oliveira, P., Hideo Tomonaga, E., Ambiel, A. C., & Dias Ferreira, A. C. (2006). USO DE URÉIA E IONÓFOROS NA SUPLEMENTAÇÃO DE BEZERROS DESMAMADOS. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 1(2), 28–37. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/ca/article/view/98

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