TESTE DE QUANTIFICAÇÃO DE ETANOL PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE FISIOLÓGICA SEMENTES DE QUINOA

  • Rafael Oliveira Vergara UFPel
  • Vanessa Nogueira Soares MEC
  • Raiminda Oliveira Silva UFPel
  • Andrea Bicca Martins UFPel
  • Gizele Ingrid Gadotti UFPel
  • Francisco Amaral Villela UFPel
Palavras-chave: Chenopodium quinoa Willd, controle de qualidade, vigor.

Resumo

A quinoa é uma cultura de origem andina. Atualmente apresenta grande demanda pelo mercado consumidor devido a qualidade nutricional de seus grãos. Assim, a importância do conhecimento do potencial fisiológico de sementes de quinoa ganha destaque. Uma metodologia inovadora, sendo considerado um teste rápido para avaliação do nível de vigor é o teste do etanol, desta forma, objetivou-se estudar a relação entre a produção de etanol e o desempenho fisiológico de sementes de quinoa. Foram utilizados quatro lotes de sementes, com distintos níveis de vigor e três diferentes massas de sementes (1,0; 1,5 e 2,0g). Posteriormente, as sementes foram imersas em água por um período de 24 horas a uma temperatura constante de 40°C, após este período, foi efetuada a quantificação de emissão de etanol. O teste foi eficiente para diferir os níveis de vigor dos lotes, sendo que em um 1,0g é obtido a mesma distinção que a oferecida por métodos tradicionais (emergência e índice de velocidade de emergência) com menor tempo de resposta.

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Biografia do Autor

Rafael Oliveira Vergara, UFPel
Graduado em agronomia pela Universidade Federal de Pelotas, mestre em Ciência e Tecnologia de Sementes.
Vanessa Nogueira Soares, MEC
Possui Graduação em Agronomia pela UFPEL (2008). Tem Mestrado em Ciência e Tecnologia de Sementes, pela UFPEL (2011), com ênfase na qualidade fisiológica e sanitária de sementes de arroz tratadas com thiamethoxam e rizobactérias promotoras de crescimento. Possui Doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes, pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), com ênfase em qualidade fisiológica e sanitária de sementes de cucurbitáceas, e Doutorado Sanduíche na Oregon State University (OSU) na área de qualidade fisiológica de sementes de forrageiras pelo programa PDSE da CAPES (2014). Foi bolsista de pós-doutorado júnior- PVEs junto (2014-2016) ao Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes (FAEM/UFPel). Atualmente é Pós-doutoranda PNPD-Capes junto ao Programa de Ciência e Tecnologia de Sementes na Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel junto ao Departamento de Fitotecnia, pertencente a Universidade Federal de Pelotas (FAEM/UFPEL)
Raiminda Oliveira Silva, UFPel
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal do Maranhão (2011), Especialização em Ciência e Tecnologia de Sementes pela Universidade Federal de Pelotas (2014), Mestrado em Ciência e Tecnologia de sementes pela Universidade Federal de Pelotas (2017). Atuando principalmente junto às seguintes áreas: Fisiologia de sementes e controle de qualidade de sementes, com ênfase em tetrazólio em sementes de soja. Atualmente cursa Doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes pela Universidade Federal de Pelotas.
Andrea Bicca Martins, UFPel
Graduada em Engenharia Agronômica, pela Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, na Universidade Federal de Pelotas (1997).Mestrado Acadêmico (2013) em Fisiologia Vegetal, no Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal -UFPel e Doutorado (em andamento) em Ciências, concentrado na área de Ciência e Tecnologia de Sementes Universidade Federal de Pelotas. Trabalhou como docente na Universidade Católica de Pelotas ministrando disciplinas nos cursos de Biologia, Farmácia e Ecologia. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Fisiologia Vegetal e Ciência e Tecnologia de Sementes. Atuando nos seguintes temas: Produção Agrícola, Climatologia Agrícola, Fisiologia de Plantas Cultivadas, Produção de Sementes, Análise de Sementes, Secagem e Armazenamento de Sementes, Tratamento e Produção de Sementes nas culturas de amarantos, hortaliças em geral, soja, arroz, milho, trigo, girassol, cevada e aveia
Gizele Ingrid Gadotti, UFPel
Possui graduação em Engenharia Agrícola pela Universidade Federal de Pelotas (2003), mestrado em Ciência e Tecnologia de Sementes pela Universidade Federal de Pelotas (2006) e doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes pela Universidade Federal de Pelotas (2012). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal de Pelotas. Tem trabalhado nas áreas das Ciências Agrárias e Ambientais.
Francisco Amaral Villela, UFPel
Possui graduação em Engenharia Agricola pela Universidade Federal de Pelotas/UFPel (1979), especialização em Ensino de Física pela Universidade Católica de Pelotas-UCPel (1980), mestrado em Agronomia pela Universidade Federal de Pelotas-UFPel (1985), doutorado em Fitotecnia pela Universidade de São Paulo-USP (1991) e pós-doutorado no Departamento de Produção Vegetal da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz-ESALQ/USP (2001). Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal de Pelotas e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico-CNPq. Consultor da FAO no Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PNUD) para Cuba, em 2003. Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Sementes/UFPel,C e no período de 08/2012 a 10/2014. Membro do Comitê de Julgamento de Bolsas de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora - Dt (CNPq), no período 17/11/2009 a 30/06/2010. Segundo Vice-Presidente da ABRATES, gestão 2011-2013 e gestão 2013 - 2015. Lider do Grupo de Pesquisa Ciência e Tecnologia de Sementes do CNPq. Coordenador do Curso de Especialização em Ciência e Tecnologia de Sementes/UFPel, no período de 09/2014 a 09/2016.Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Ciência e Tecnologia de Sementes, atuando principalmente nos seguintes temas: secagem, beneficiamento, armazenamento e controle de qualidade de sementes
Publicado
2018-07-10
Como Citar
Vergara, R., Soares, V., Silva, R., Martins, A., Gadotti, G., & Villela, F. (2018). TESTE DE QUANTIFICAÇÃO DE ETANOL PARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE FISIOLÓGICA SEMENTES DE QUINOA. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 14(2), 143-148. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/ca/article/view/2023