TRATAMENTO DE SEMENTES DE SOJA COM ZINCO: EFEITO NA QUALIDADE FISIOLÓGICA E PRODUTIVIDADE

  • Elisa Lemes UFPel
  • Andre Mendonça
  • Leticia Dias
  • Andre Brunes
  • Sandro de Oliveira
  • Silvana Fin
  • Geri Meneghello

Resumo

Objetivou-se avaliar o efeito do tratamento de sementes de soja com zinco na qualidade fisiológica das sementes tratadas e produzidas bem como nas características agronômicas. O delineamento experimental adotado foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 X 5 (Lotes: A e B; e doses da fonte: 0, 2, 4, 6 e 8 mL kg-1 de semente). Após o tratamento das sementes, foi analisada a qualidade fisiológica das mesmas, avaliadas pelo teste de germinação, primeira contagem de germinação, teste frio, envelhecimento acelerado, comprimento da parte aérea e de raiz. Na sequência foi realizada a semeadura das sementes tratadas em vasos, conduzindo o experimento até a fase de maturação de campo. Após a colheita, foram avaliados as características agronômicas e a qualidade fisiológica das sementes produzidas. As características agronômicas foram avaliadas através do número de sementes por planta, número de legumes por planta, peso de sementes por planta. A qualidade das sementes produzidas foi avaliada pelos testes acima citados mais o teste de emergência a campo. O tratamento das sementes de soja nas doses entre 2 a 6 mL kg de sementes-1 apresentou os melhores resultados para a qualidade fisiológica e características agronômicas. O número de sementes por planta, número de legumes por planta e peso de sementes por planta apresentam incrementos com o aumento das doses de zinco. O tratamento das sementes de soja com zinco não influencia a qualidade fisiológica das sementes produzidas. Os lotes apresentam comportamentos diferentes em resposta ao tratamento das sementes com zinco.

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Publicado
2017-12-19
Como Citar
Lemes, E., Mendonça, A., Dias, L., Brunes, A., de Oliveira, S., Fin, S., & Meneghello, G. (2017). TRATAMENTO DE SEMENTES DE SOJA COM ZINCO: EFEITO NA QUALIDADE FISIOLÓGICA E PRODUTIVIDADE. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 13(2), 76-86. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/ca/article/view/1855

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