PRODUÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS FRUTOS DE ESPÉCIES DE Physalis CULTIVADAS NO SEMIÁRIDO BAIANO

  • Tamara Torres Tanan Universidade Estadual de Feira de Santana
  • Marilza Neves do Nascimento Universidade Estadual de Feira de Santana
  • Romeu da Silva Leite Universidade Estadual de Feira de Santana
Palavras-chave: diâmetro do fruto, fisális, teor de açúcar

Resumo

Physalis pertence à família Solanaceae e apresenta frutos com sabor adocicado que podem ser consumidos in natura ou processado. No Brasil apenas a Physalis peruviana é comercializada, sendo necessárias pesquisas para estimular o cultivo de outras espécies promissoras pertencentes ao gênero. O objetivo desse trabalho foi avaliar a produtividade e as características físicas e bioquímicas de frutos, em diferentes estádios de desenvolvimento de Physalis angulata, Physalis ixocarpa e Physalis pubescens cultivadas em Feira de Santana, Bahia. Foi avaliada a produtividade e o número de frutos ao longo do período reprodutivo das plantas. Nos frutos, analisaram-se os diâmetros longitudinal (DL) e transversal (DT), relação DL/DT, massa do fruto, teor de proteínas, e o teor de açúcares solúveis totais e redutores. Houve diferença nos resultados entre as espécies, com maior número de frutos para P. angulata (140,5). A P. ixocarpa apresentou maior produtividade (9 t ha-1) e frutos com maior massa e diâmetro, porém P. angulata e P. pubescens apresentaram frutos com formato arredondados e com maior teor de açúcar quando maduros, características desejáveis tanto para o consumo in natura como para industrialização.

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Biografia do Autor

Tamara Torres Tanan, Universidade Estadual de Feira de Santana
Programa de Pós-graduação em Recursos Genéticos Vegetais
Marilza Neves do Nascimento, Universidade Estadual de Feira de Santana
Departamento de Ciências Biológicas
Publicado
2019-01-18
Como Citar
Tanan, T., Nascimento, M., & Leite, R. (2019). PRODUÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DOS FRUTOS DE ESPÉCIES DE Physalis CULTIVADAS NO SEMIÁRIDO BAIANO. Colloquium Agrariae. ISSN: 1809-8215, 14(3), 113-121. Recuperado de http://revistas.unoeste.br/index.php/ca/article/view/1828